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Ação integrada prende suspeito e recupera caminhonete Hillux roubada

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Da Redação

 

Uma ação integrada entre o 6º Batalhão da Polícia Militar, Grupo Especial de Fronteira e Polícia Civil resultou na prisão de um suspeito e na recuperação de uma caminhonete Hillux por volta das 21 horas desta terça-feira (12.09), no bairro Jardim Paraíso, em Cáceres (177 km de Cuiabá). 

A prisão aconteceu durante rondas pelo município. As equipes avistaram um homem em uma caminhonete com placa do município de São José dos Quatro Marcos, na Avenida General Osório que ao perceber a aproximação das guarnições empreendeu fuga. Após acompanhamento o suspeito parou próximo de um terreno no bairro Jardim Paraíso, onde fugiu para uma região de mata. 

Os grupos fizeram o cerco na região e conseguiram capturar o suspeito que estava deitado no terreno.
Diante dos fatos o homem foi encaminhado a Delegacia de Polícia para as devidas providências. 

De acordo com a Polícia Militar, haviam dois grupos na quadrilha. Um seria responsável pelo roubo de veículos e o segundo grupo se responsabilizava por conduzir a caminhonete até a Bolívia.

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Médicos que atuavam em Água Boa são denunciados pelo MPE

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Médicos não habilitados pelas autoridades brasileiras foram denunciados pelo Ministério Público do Estado por exercício ilegal da medicina em Água Boa, a 730 Km de Cuiabá. Victor Gustavo Barja Oliva, Jéssica da Vera Cruz Sousa e Lydia da Vera Cruz Souza. De acordo com a instituição, eles vão responder por expor a vida ou a saúde de outras pessoas a perigo, associação criminosa e falsidade ideológica.

 

Também foram acionados o médico Sebastião Siqueira de Carvalho Júnior e Raquel Guerra Garcia, sócios e administradores da empresa Cure Tratamento em Saúde Ltda, que era responsável até então pela prestação dos serviços de saúde na Unidade de Terapia Intensiva de Covid-19 do hospital onde os fatos ocorreram.

 

De acordo com o MPMT, várias reclamações relacionadas à atuação dos denunciados chegaram ao Ministério Público e os fatos estão sendo apurados na esfera cível e criminal. Existe, inclusive, inquérito policial instaurado para apurar possíveis consequências criminais envolvendo a morte de duas pessoas.

 

Na denúncia cita, que o grupo atuou entre os meses de abril e maio deste ano no Hospital Regional Paulo Alemão. Além de exercer a profissão de médico sem autorização legal, as investigações descobriram que eles faziam declaração falsa, com o intuito de alterar a verdade sobre fato juridicamente importante.

 

O MPMT cita ainda, que por várias vezes o grupo atuou sem a supervisão do médico responsável pelo local, prescrevendo medicamentos, avaliando pacientes e exames clínicos, e realizando procedimentos médicos, como dreno de tórax, acesso central, intubação e massagem cardíaca.

 

Os administradores da unidade hospitalar, que atuavam nesse período, estão sendo acusados de substituir os medicamentos de primeira linha, por outros que não da mesma eficácia. O MPMT disse ainda, que existem relatos de pacientes que teriam passado pela experiência de acordar durante o período em que se encontravam intubados.

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