Apontado como um dos lideres do grupo criminoso, advogado nega as acusações

Da Redação

Preso na Operação Fake Paper deflagrada nesta quarta-feira (09), o advogado Anilton Gomes Rodrigues é apontado como um dos líderes da organização criminosa que é acusada de lesar os cofres públicos em mais de R$ 337 milhões.

O advogado afirmou em entrevista que é inocente e que a operação é fantasiosa e que também é um “showzinho” promovido pela Delegacia Fazendária (Defaz).

A Operação

A Operação Fake Paper cumpriu nove mandados de prisão preventiva e dezesseis de busca e apreensão por crimes contra a administração pública, os mandados foram cumpridos em Cuiabá, Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Barra do Bugres, Canarana, Sorriso e Juína.

A ação foi deflagrada em conjunto com a Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) e investiga um grupo criminoso que realizou a abertura de empresas de fachada para disponibilizar notas fiscais frias para serem utilizadas por produtores rurais e empresas para sonegar impostos.

Durante as investigações foi constatado que as empresas Rio Rancho Produtos do Agronegócio Ltda, Mato Grosso Comércio e Serviços, e a empresa B. Da s. Guimarães Eireli emitiram juntas R$ 337,3 milhões em notas frias.

A investigação apurou ainda que o esquema era através de falsificação de documentos públicos, falsificação de selos ou sinal público e ainda uso de documentos falsos, além disso, licitações eram fraudadas e mercadorias furtadas ou roubadas eram colocados no esquema.

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